quinta-feira, 5 de março de 2009

O jogo nos relacionamentos


Há duas formas básicas de estarmos em um relacionamento: cooperando ou competindo. Em estado de dança ou de luta.

Quando vemos um casal dançando, algumas coisas nos chamam a atenção: estão abraçados, juntinhos, sincronizados nos passos e no ritmo, alegres e combinados.

Quando assistimos a uma luta de boxe, o cenário é outro: os lutadores estão separados e quando se aproximam é para destruir o outro. Estão tensos, raivosos. Estão em campos opostos.O casamento, pela própria essência, como instituição afetivo-sexual, deveria ser regido pelos princípios da dança: afeto, respeito, cooperação. O que ocorre é que a maioria de nós foi treinada para brigar, destruir, competir e vencer o outro. Não sabemos estar do lado de alguém, mas sabemos estar contra alguém. E aí vamos para o casamento e levamos, nos nossos comportamentos, as leis da competição e da luta.

Nenhum casamento sobrevive se o casal se relaciona constantemente regido pela disputa.

Em outras palavras, você pode estruturar suas relações de duas maneiras: como brincadeira ou como jogo. A diferença entre elas é que na brincadeira, não existe quem ganha ou quem perde, os dois ganham. No jogo, um ganha e o outro perde. O resultado da brincadeira é a alegria, o prazer, o estar junto. No jogo, o resultado é o medo, o ressentimento, o sofrimento. O único jeito de o casamento da leitora melhorar é ela e o marido tomarem consciência dos jogos que são efetuados no relacionamento e parar de fazê-los. São inúmeros os jogos presentes nas relações conjugais. E todos com o objetivo de destruir o outro. Com o tempo, os conflitos se tornam mais freqüentes, mais pesados e conseguem destruir o pouco de alegria e amor com que chegaram para o casamento. Os jogos destroem o casal.
Antônio Roberto

terça-feira, 3 de março de 2009

PERDA? O QUE É ISSO?‏


Meu pai trabalhou sério a fim de me ensinar a perder. Dizia que quem não sabia perder não estava pronto pra ganhar.
Também me proibia de fazer da alegria da vitória uma humilhação para os perdedores.

Uma vez me excedi na celebração de uma vitória bem na cara dos que haviam perdido o jogo, e papai não me deu parabéns pelo ganho, embora estivesse assistindo a partida e torcendo com muita alegria até ao final.

Ficou calado. Depois de um tempo me disse: “Não gostei do modo como vocês humilharam os que perderam. Para mim uma derrota teria sido melhor”.

As primeiras lições sobre perda na vida me vieram de meu pai. Ele perdeu. Perdeu tudo o que tinha conquistado. Foi humilhado e publicamente execrado, depois de cultuado como advogado e empresário, antes de sua conversão ao Evangelho.

O vi recomeçar do nada já na meia idade. O vi deixar tudo o que conquistará outra vez, só que agora de modo voluntário, pois, apenas queria dedicar o resto de sua existência à pregação e ao ensino do Evangelho.

Assisti sem entender as renuncias que ele fazia de coisas às quais tinha total direito, algumas vezes coisas que lhe renderiam uma fortuna; mas ele continuava firme no desejo de não ter dinheiro do passado na missão do presente.
Sofri com ele, mamãe e as manas a morte de meu mano Luiz, aos 19 anos de idade.

Depois fui testemunha das renuncias sem fim no dia a dia...

Ofendido, sempre dizia que a justiça do homem não promovia a justiça de Deus. Mas nunca fazia nada. Apenas entrega aos céus tudo e com todo amor.

Então, uma sucessão de perdas: a visão, a saúde, a capacidade de auto-locomoção, e de muitas outras coisas.
No entanto, apenas adaptou a vida às novas condições, mas não parou nada até o fim.

Estava tão habituado a perder sem sofrer como se fosse o fim das coisas, que, quando meu filho Lukas partiu, apenas disse a ele:

“Hoje estou sentindo a dor que o senhor e mamãe sentiram no dia 2 de novembro de 1976”.
Então ele me indagou: “Qual deles?”

Disse: “O Luk papai. O Luk!”
“Filho, agora é gloriamo-nos nas tribulações e na esperança da glória de Deus!”

Algumas lições de perdas os pais podem nos dar quando nos ensinam a perder e a ganhar — como em competições, etc.
Outras lições se pode aprender com o modo errado deles perderem ou pelo modo sadio como tenham aprendido a perder o que amavam.

Mas somente na vida, sob os caminhos misteriosos de Deus, é que se aprende a perder como quem ganha sempre.
Em tudo quanto um dia se me pareceu perda, confesso, diante de Deus e dos homens, que, logo depois, verifiquei terem sido os meus maiores e melhores ganhos na existência.

Entretanto, só foi assim pelo Evangelho e pelo ensino do Evangelho que vi praticado pelos meus pais.
O caminho humano nesta existência é um caminhar de perdas sempre...

Perde-se tudo, do vigor físico à memória; do poder de levantar e sair fazendo à falta de ilusão que justifique a necessidade de muitos e muitos feitos antes considerados essenciais.

Quando a mente está cativa do amor de Deus, todas as perdas são ganhos; e, ao final, o coração fica mais forte, mais amoroso, mais doce, mais esperançoso, e, infinitamente menos agoniado acerca de tudo.

Cada perda provada em Deus, já acontece como prelúdio de um bem maior.

A sabedoria é não desperdiçar os sacramentos de alegria e novidade de vida que Deus vai fazendo passar diante de nós..., mesmo que vivos estejamos sob uma montanha de escombros.

Assim, mais uma vez, anuncia-se um principio do Evangelho:
“Porventura não convinha que o Cristo padecesse e entrasse em Sua Glória?”

Ora, essas palavras de Jesus foram tão assimiladas por Pedro, que na sua 1ª Epistola o apostolo nos diz que este é também o caminho de todo discípulo.

Quem não aprende a considerar toda perda como lucro por amor a um amor maior, o de Deus — esse jamais saberá qual seja a verdadeira jornada do discípulo no Caminho da Vida.

Portanto, há algumas lições da Jornada que a gente só fica de fato apto a entender quando Deus mesmo julga que seja a Hora; pois, antes, não se teria como assimilar; e, depois de certo tempo..., não se terá mais como crescer sem que alguma poda nos seja feita pelo Amor do Pai, o Agricultor de meu ser.

Assim, ame a Deus; e não se sinta jamais perdendo nada. No máximo você está na “muda”, como um pássaro perdendo as penas, mas preparando-se para uma nova estação: mais madura e de vôos mais certos e leves.

Nele, que ensinou o Caminho que faz de toda vitória apenas gratidão e de toda perda apenas uma transição para o melhor e mais excelente,

Caio
http://www.caiofabio.com/
http://www.vemevetv.com.br/

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

RECEITA PARA UM CASAL NUNCA BRIGAR (HUMOR)


Um casal foi entrevistado num programa de TV porque estava casado há 50 anos e nunca tinha discutido.

O repórter, curioso, pergunta ao homem:- Mas vocês nunca discutiram mesmo?

- Não.

- Como? Impossível isso acontecer!!

- Bem, quando nos casamos, a minha esposa tinha uma cadelinha de estimação que ela amava muito, chamada Mel.

Era a criatura que ela mais amava na vida. No dia do nosso casamento, fomos para a lua-de-mel e minha esposa fez questão de levar a cadelinha.

Andamos, passeamos, nos divertimos e a cadelinha sempre conosco, mas certo dia a cadelinha mordeu minha esposa. A minha esposa olhou bem para a cadelinha e disse:

- Um.Algum tempo depois a danada da cadelinha mordeu minha esposa novamente. A minha esposa olhou para a cadelinha e disse:
- Dois.

Na terceira vez que a cadelinha mordeu, minha esposa sacou uma espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha. Eu fiquei apavorado e perguntei:

- Sua ignorante desalmada, por que fizeste uma coisa dessas, mulher?A minha esposa olhou para mim e disse:

- Um.
Depois disso, nunca mais discutimos.

Fonte: amigosdofreud.blogspot.com

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A solução sanduíche Como uma esposa retribuiu o mal com o bem.


Sua esposa já te amaldiçoou? Eu espero que não, mas caso isso aconteça, Jesus nos deu a seguinte instrução: “Amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam” (Lc 6:27,28). Essa abordagem diante de um abuso verbal é tão anti-intuitiva que parece incrível! Nós estamos tão acostumados a “devolver com a mesma moeda” que a possibilidade de “apagar o fogo” com palavras suaves não passa com muita frequência por nossa mente.

Muitos de nós têm se tornado tão hábeis em explorar o outro, que fica difícil ouvir as palavras de Jesus. Muitos acham que se tomarem as palavras de Jesus de forma literal acabarão por viver debaixo do domínio de suas esposas.

Creio que o oposto seja verdadeiro. Bondade não merecida tem um profundo poder de penetração no coração de nossas esposas. Não é esse o modus operandi de Deus? O apóstolo Paulo reconhece isso quando diz: “ignorando que a bondade de Deus é que te leva ao arrependimento” (Rm 2:4). Deus é o nosso modelo, e com a ajuda do Espírito nós conseguiremos responder com gentileza.

Um marido me disse que sua esposa tentou conversar com ele enquanto ele assistia a uma partida de futebol. Ele respondeu rispidamente: “A gente não pode conversar sobre isso depois? Eu quero assistir ao jogo!” Sua esposa saiu da sala e voltou 20 minutos depois, com um sanduíche, batatas fritas, um refrigerante e um biscoito. Ela colocou tudo isso na frente dele, deu um beijo em sua testa e disse: “te amo”! Depois, retirou-se da sala.

Aquele marido me disse: “eu fiquei constrangido. Não merecia aquele gesto de bondade. Quando acabei de lanchar sabia que tinha que me desculpar. Desliguei a televisão, fui até a sala onde ela estava lendo um livro e disse: “Desculpe-me por ter te tratado daquele jeito. Te tratei mal e você me fez um sanduíche e disse que me amava. Me perdoa por ter sido tão insensível?”. Ela virou-se para mim, dizendo: “É claro! Eu te perdôo”.

Ele disse que se ofereceu para falar com ela imediatamente, ao invés de esperar o jogo acabar. Sua resposta foi: “Eu posso esperar. Sei que você realmente quer assistir o jogo, e eu não estava pensando nisso quando lhe chamei para conversar. Quando acabar a gente se fala”.

Nem todos aprendem a aplicar os ensinamentos de Jesus no casamento. Estamos satisfeitos em deixar suas palavras nas Escrituras e jamais trazê-las para a vida. Contudo, aqueles que as transportam para sua vida logo percebem quão maravilhoso é abençoar uma pessoa que nos amaldiçoa. É um instrumento que fortalece a união conjugal.

Estamos acostumados a ler bastante sobre o “amor durão”, mas falhamos em praticar o “amor suave”. Não estou dizendo que não há espaço para o amor durão no casamento. Estou apenas dizendo que ele deve ser a última opção, o último recurso a ser usado. Quando você retribui o mal com o bem, a grosseria com a gentileza e ora com sinceridade pela esposa que lhe trata mal, você está desenvolvendo uma relação que fará o “amor durão” muito mais efetivo, quando ele for necessário.

Se não tem havido amor, gentileza, preocupação com o outro, então o amor durão levará a um divórcio. Sua esposa lançará sua própria culpa sobre você e lhe culpará pela ruptura do casamento. Se, por outro lado, você agir com bondade, cordialidade, a ofensa que foi causada na relação será prontamente substituída por gestos de amor e haverá mais valorização quanto à importância do outro em sua vida. A esposa que costuma errar bastante será mais propensa a se arrepender e buscar uma reconciliação.

Estou plenamente consciente de que sem ajuda divina nenhum de nós estará apto a colocar em prática os ensinos de Jesus. Nossa reação natural é de responder palavras duras com palavras duras e destrato com destrato. Contudo, essa atitude só nos leva a uma ruína em nossas relações. O apóstolo Paulo sumariou o ensino de Jesus com as seguintes palavras: “Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.” (Rm 12:21). Caminhando na via da “benção ao invés da maldição” conseguiremos desenvolver melhor nossas relações, aprendendo com as diferenças e trabalhando conjuntamente, como em uma equipe.

Gary D. Chapman, Ph.D., autor de “Agora você está falando minha linguagem” (Now You're Speaking My Language) (B&H Publishing), casado com Karolyn há 45 anos.

Copyright © 2008 por Christianity Today International

(Traduzido por Daniel Leite Guanaes)

sábado, 17 de janeiro de 2009

CARTA DE UM IRMÃO PALESTINO



Caio
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Amigos,

Meu nome é Achmed Assef, sou palestino e vivo no Brasil atualmente.

Desde que iniciou novamente os conflitos no Oriente Médio, não se fala em outra coisa a não ser nesta guerra infeliz que tanto vem fazendo vitimas dos dois lados.

Nasci na Palestina, um pais que ainda não existe oficialmente e quando a situação ficou insustentável para minha família, tivemos o feliz e sagrado convite de um amigo de meus pais a virmos ao Brasil, e desde meus 5 anos de idade, moro neste lindo pais acolhedor.

Quando digo que a situação na Palestina ficou insustentável, não estou me referindo aos inúmeros conflitos com o exercito de Israel ou os religiosos judeus que mantinham suas casas lindas em território palestino, e que hoje essas mesmas casas foram tomadas a força pelos terroristas, mas sim de uma insustentabilidade provocada pelos próprios "governantes" palestinos em todos esses anos.

Para quem está no Brasil ou qualquer outro lugar do mundo, na segurança de seu lar e de sua vizinhança não vai conseguir imaginar nunca o que é viver em Gaza. Somente de lembrar minha breve infância nas cidades em que vivi, me da aperto no coração e vontade de chorar, porem, ninguém que esta no conforto de seus lares também recebendo milhares de informações, fotos e noticias do atual conflito pode imaginar também o que é sentir-se traído por aqueles que se intitulam lideres palestinos.

Os lideres palestinos nunca quiseram um Estado. E eu posso falar isso em alto e bom tom, porque é uma verdade. Se quisesse teriam criado antes de 1948, quando ainda não existia o Estado de Israel, se quisessem o teriam feito em 48 também quando a ONU decidiu pela criação de dois Estados, mas nossos grandes Líderes preferiram incitar o povo a violência de lutar contra os judeus do local a fazer lobby por um Estado palestino viável.

Não quiseram também os lideres palestinos quando os territórios, chamados "ocupados por Israel" e que hoje estão em sua grande maioria em nosso domínio, criar um Estado palestino. O que dizer então da mais recente escalada de violência, quando ocorreu a segunda intifada causada pelo grande líder Arafat que em 2000 rejeitou o melhor acordo de paz de todos os tempos propostos pelo premie israelense Ehud Barak e mais uma vez incitou o povo palestino a violência e a brutalidade através de homens-bomba, enquanto a família do Sr. Arafat vivia com regalias, mordomias e riquezas em Paris, tudo fruto de doações dignas estrangeiras mas que nunca chegaram ao povo sofrido da Palestina.

Ao invés de comprar comida, água, remédios e oferecer uma vida digna e boa ao povo palestino, nossos lideres preferiram o caminho da violência, da brutalidade e da estupidez de promover o ódio e a discriminação contra o povo judeu, que se não são anjos, também não são demônios como pregam nossos lideres.

As mesmas crianças que hoje morrem inocentemente no colo de suas mães, são as mesmas que recebem a criação e educação militar desde cedo a odiar Israel e o povo judeu, sabendo atirar com armas pesadas com menos de 5 anos de idade e ainda recebem a lavagem cerebral de se tornarem mártires explodindo-se para causar ainda mais vitimas do outro lado.

Os lideres palestinos não possuem nenhum sentimento humanitário como se espera para uma população cansada e calejada de sofrimento. Pois se tivessem, não mandariam para o suicídio seus parentes e suas crianças, enquanto esses covardes assassinos escondem-se em outros paises ou ate mesmo utilizando escudos humanos dentro da população civil, como vemos hoje na faixa de Gaza.

O Hamas, que há muito tempo vem promovendo barbáries dentro e fora de Gaza, desde que em seu único ato inteligente na historia, transformou-se em partido político somente para dar legitimidade ao seu terrorismo praticado diariamente nas ruas de Gaza, matou, perseguiu, torturou e aniquilou todos os "inimigos" do Fatah, o partido moderado que hoje é representado pelo incapaz Mahmoud Abbas.

Senhores, como pode um grupo terrorista, dizendo-se líder do povo palestino matar nossos irmãos? Como entender que eles não estão defendendo nosso povo, mas sim seus próprios ideais que não refletem a opinião da maioria desse meu povo palestino? Matar palestinos somente porque não concordam com seus atos e idéias é arcaico e acima de tudo terrorista. Sobrou a Cisjordânia para o Fatah e que se não tomarem cuidado, servira de base para mais atos de violência dos terroristas do Hamas.

Vocês podem argumentar que os terroristas do Hamas praticam atos sociais e de solidariedade, mas não acreditem em tudo que vêem na mídia e muito menos em tudo que ouvem. Para que vocês consigam compreender, faço uma analogia com os traficantes no Rio de Janeiro, pois é legitimo o que eles fazem? Aliciar crianças inocentes para o trafico de drogas, colocando armas pesadas em suas mãos? Acredito que não, mesmo que os traficantes promovam atos sociais e atos solidários com os moradores dos morros onde estão alojados. Continuam desrespeitando o direito de crianças crescerem com educação saudável e não para a guerra, como os terroristas do Hamas fazem hoje.

Amigos brasileiros que tanto respeito e tanto quero bem, faço um apelo como palestino, como muçulmano, mas acima de tudo como um ser humano que não agüenta mais ver a ignorância e a falta de conhecimento por parte de muitas pessoas neste lindo Brasil:

Parem de atacar Israel, parem de atacar os judeus e também parem de achar que o povo palestino é somente de terroristas. Há muita gente boa, inocente e que não quer mais conflitos com os israelenses e não os odeiam, assim como não odeiam os americanos.

Muita gente la, incluindo minha família está cansada de tanta dor e sofrimento e sabemos que devemos ter uma convivência pacifica com Israel, afinal, é de Israel que vem nossa água, nossa comida, nosso trabalho e nosso dinheiro.

Israel inclusive nos oferece ajuda militar sabiam? Quando houve acordo com a Autoridade Palestina no governo de Arafat, a policia de Israel treinou muitos de nossos homens que não queriam envolvimento com o conflito para que pudessem trabalhar na ordem de nossas cidades. Israel ofereceu treinamento para seus supostos inimigos, inclusive com armamento para que tivéssemos nossa própria segurança.

Terroristas que tentaram e não conseguiram se explodir nas cidades de Israel, receberam atendimento medico nos hospitais israelenses!! E muitas das escolas em Israel promovem a educação igualitária com alunos palestinos e judeus, convivendo em perfeita harmonia e recebendo educação sadia e de respeito ao próximo. Diferentemente do que acontece em Gaza, por exemplo.

Se nossos lideres não fossem tão burros e estúpidos, nosso povo sofrido não teria mais o que reclamar, pois em Israel estão as maiores oportunidades para um palestino que vive em gaza ou Cisjordânia e quem tem um mínimo de inteligência la sabe que não vai conseguir nunca varrer Israel do mapa ou exterminar todos os judeus, como apregoam certos lideres maníacos do nosso lado.

Quanto ganharíamos se estivéssemos do lado de Israel e dos judeus? Por que aqui no Brasil a convivência entre os dois povos sempre foi motivo de orgulho e quando estamos em sociedade ganhamos em tudo?

Meu tio recebeu visto de trabalho em Israel. Todos os dias levantava cedo e ia trabalhar em Israel e voltava de noite para sua casa em Gaza. Quando o Hamas tomou o poder à força e iniciou seus diários ataques as cidades israelenses, meu tio perdeu o emprego e a fronteira foi fechada. A culpa é de Israel? Do meu tio que nunca odiou os judeus? Não, a culpa é dos terroristas do Hamas. Meu tio hoje continua não odiando os israelenses nem os judeus. Vive na Síria, onde a situação não é das melhores, mas la não ha. grupos terroristas como o Hamas ou o Hezballah que somente acabam com a vida dos cidadãos de bem.

O povo palestino foi expulso de diversos paises chamados "amigos dos palestinos", incluindo Jordânia, Líbano, Síria e Líbia. O Egito fecha sua fronteira com Gaza porque não nos querem por la, inclusive no tratado de paz com Israel, na devolução do Sinai ao Egito, foi oferecido por Israel devolver Gaza também e os egípcios não quiseram porque chamaram de terra sem lei e o pior lugar do mundo para se viver.

Por que paises fortes e com um território gigantesco como Arábia Saudita, Jordânia, Irã e outros não tão grandes, mas muito ricos, como Kweit, Emirados Árabes ou Catar não nos recebem de braços abertos? Preferem somente financiar atentados terroristas e mandar todo seu dinheiro para lideres palestinos terroristas e que não pensam no bem estar da população, mas somente em enriquecimento próprio e incentivo ao ódio e intolerância?

Por isso, meus amigos, escrevo esta mensagem. Sei que esta carta não vai fazer nenhum dos dois lados pararem com o atual conflito e muito menos mudar o pensamento dos lideres que hoje determinam o rumo do meu povo palestino, mas se servir para fazer o povo brasileiro pensar nisso e entender que não precisamos importar um conflito que não serve pra nada aqui e também para que todos vocês realmente entendam quem são os principais responsáveis pela matança generalizada que ocorre atualmente em Gaza, fico feliz.

Israel não é culpado, esta se defendendo dos irresponsáveis lideres terroristas palestinos que diariamente ataca nosso vizinho com seus nada caseiros foguetes para depois se esconderem atrás de mulheres e crianças, colocando toda a culpa nos israelenses, enquanto esses terroristas que infelizmente também são palestinos covardemente se escondem em áreas altamente populosas para causar ainda mais mortes e ganharem fotos sensacionalistas nos jornais do mundo todo.

O povo palestino também não é culpado, o povo palestino, tirando esses terroristas que são minoria quer a paz, quer o convívio pacifico com Israel e com os judeus. Quer uma vida digna e viver em seu território chamando-o de lar, sem precisar fugir para qualquer outro país maravilhoso como o Brasil como eu fiz, pois a Palestina é o melhor lugar para viver um palestino. Pensem nisso antes de escolher algum lado no conflito, mas acima de tudo, escolham o lado da paz, da tolerância e do respeito com quem quer que seja.

Grato,

Achmed Assef

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Quem são os "primeiros" e os "últimos"?


Pergunta: "Em Mateus 20.16a está escrito: "Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos." Isso se aplica ao povo de Israel ou aos cristãos?

Resposta: Para se entender a passagem de Mateus 20.16a é imprescindível que se leia os 15 versículos anteriores. Você verá que o assunto principal tratado ali é o galardão: o dono de casa saiu em horários diferentes para contratar trabalhadores para sua vinha. Ele fez isso pela manhã, pela terceira hora, pela sexta e pela nona hora, até pela undécima hora ele procurou e achou pessoas dispostas a trabalharem em sua vinha. Enquanto que com os primeiros trabalhadores ele acertou o salário de um denário, que era o pagamento de um dia de trabalho naquela época, aos demais ele simplesmente prometeu: "Vos darei o que for justo". À noite, quando foi pago o salário, um fato curioso pôde ser observado, pois os que tinham trabalhado o dia inteiro na vinha não receberam o pagamento em primeiro lugar. A seqüência começou por aqueles que tinham sido contratados por último – e para surpresa geral eles receberam um denário como pagamento! Por isso, não é de admirar que os que haviam sido contratados antes esperassem um salário maior! Mas aí aconteceu a grande decepção: eles só receberam o que lhes havia sido prometido!

Como cristãos somos conclamados pelo Senhor a trabalharmos em Sua vinha, não levando uma vida passiva. Ele espera que trabalhemos com o tempo, os dons, a força e o dinheiro que Ele nos dá: "Chamou dez servos seus, confiou-lhes dez minas e disse-lhes: Negociai até que eu volte" (Lc 19.13). Em Romanos 12.11 somos exortados a sermos diligentes, esforçados: "No zelo não sejais remissos: sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor." E se, apesar disso, somos relapsos, então Hebreus 12.1 nos revela a verdadeira razão da nossa preguiça, e nos exorta a tirá-la de nossa vida: "...desembaraçando-nos de todo peso, e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos com perseverança a carreira que nos está proposta." Sem dúvida, muitos filhos de Deus se esforçam muito. Mas um dia perguntarão, como Pedro: "Eis que nós tudo deixamos e te seguimos: que será, pois, de nós?" (Mt 19.27). Jesus logo responde a essa pergunta para depois continuar com a parábola do dono da casa. Por favor, leia o final de Mateus 19. O que essa parábola pretende nos ensinar? Encontramos uma pista segura no versículo 1 do capítulo 20: "Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa..." Já que o reino dos céus não é terreno, também não está sujeito a regras terrenas. O que conta no reino dos céus não é nosso esforço ou correria, mas a graça e a misericórdia de Deus: "E se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça" (Rm 11.6) "Assim, pois, não depende de quem quer, ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia" (Rm 9.16).

É claro que somos conclamados a agir e fazer! Mas quem se esforça apenas cumprindo obrigações ou apenas porque é prometida uma recompensa, esse já recebeu seu galardão. Quem, entretanto, age em confiança infantil, crendo que o Senhor é bom e justo, esse recerá muito mais do que imagina! (comp. 1 Co 3.11ss) Deus nos presenteou imensamente em Jesus Cristo! E vale a pena servi-lO mesmo sem questionar o que vamos ganhar com isso! Muitos que já são crentes há bastante tempo, que foram "primeiros", mas que se esforçaram em justiça própria ou legalismo ativista, serão considerados "últimos", enquanto outros, que se converteram mais tarde e, portanto, seriam "últimos", serão considerados pelo Senhor como "primeiros" porque serviram ao seu Senhor com grande amor e fidelidade!!

As palavras "assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos" tem também, além do exposto acima, um significado profético: primeiro Deus escolheu Israel para Si, mas Israel não foi capaz de manter essa aliança com Deus. Aí Deus se voltou para as nações, e os últimos se tornaram primeiros, pois o sangue da Nova Aliança clamava por graça. Através da queda de Israel, a salvação chegou até nós. Por favor, não deixe de ler os capítulos 9 a 11 de Romanos e preste atenção especial em Romanos 11.25: "Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério, para que não sejais presumidos em vós mesmos, que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios." Assimile bem as duas palavrinhas "até que". Deus não rejeitou Seu povo! Ele também alcançará seu propósito com aqueles primeiros que se tornaram últimos! (Elsbeth Vetsch)

"Ao cair da tarde, disse o Senhor da vinha ao seu administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos, indo até aos primeiros" (Mt 20.8).

Abraão é chamado de pai de todos os que crêem. Mas apenas através de Isaque, de Jacó e de seus descendentes é que Deus prometeu cumprir a Sua intenção de estabelecer o Reino de Deus na terra e oferecer salvação à humanidade. A seguir, veremos como os erros de Abraão geraram um grande conflito que chega até nossos dias no Oriente Médio. Abraão também é considerado o pai dos árabes.

O século XX será conhecido como o mais turbulento da história humana. Durante seus primeiros 45 anos, houve duas guerras mundiais que dizimaram milhões e milhões de pessoas. Esse foi o século em que o comunismo começou a florescer na Rússia e se espalhou pelo mundo. Contudo, vimos também o colapso interno do comunismo, vividamente demonstrado na queda do Muro de Berlim.

Foi no século XX que vimos também a ascensão de um espírito sinistro que enganou o povo através da tentativa de solucionar o chamado problema mundial judaico. O mesmo espírito foi responsável pelo surgimento da estrutura de poder anti-semita mais temida que o mundo já conheceu. Mais de 6 milhões de judeus pereceram nas mãos do assassino regime nazista alemão, sob a liderança de Adolf Hitler.

O Regresso dos Judeus

No século XX também experimentamos algo absolutamente singular: o retorno dos judeus à terra de seus pais. Ao final do século XIX, os primeiros colonizadores judeus começaram a chegar à terra de Israel. Eles se uniram com aqueles que já estavam ali e começaram a cultivar as partes do território chamado de Palestina. Seu objetivo era restaurar a terra, trazê-la de volta à vida e produzir comida para o povo que ainda haveria de chegar.

Naqueles primeiros dias, a terra parecia sem qualquer esperança. Mas os judeus persistiram, e o fruto do seu trabalho foi a fundação do Estado de Israel no dia 14 de maio de 1948. Desde aquela época, o foco das atenções transferiu-se dramaticamente do novo mundo, os Estados Unidos, para o velho mundo, o Oriente Médio, como sendo o centro do futuro.

Paralelamente ao desenvolvimento do moderno sionismo, com seu alvo de fazer os judeus voltarem à terra de Sião, surgiu também a fenomenal explosão da importância das nações árabes. De repente e sem que se pudesse esperar, o mundo industrializado viu-se à mercê do mundo árabe que controlava as vastas reservas de petróleo. Enquanto centenas de livros são escritos acerca do conflito do Oriente Médio e um volume de documentos quase inesgotável está à nossa disposição, queremos salientar que o conflito todo não é simplesmente algo político, religioso, militar ou econômico, mas, na realidade, é um conflito familiar. Assim como dois filhos de uma família brigam por um brinquedo, judeus e árabes continuam a brigar pela herança: a terra de Israel.

Abraão: o Início de Israel e dos Árabes

Abraão é o homem com quem esse conflito árabe/judeu começou. Ele foi uma pessoa singular porque recebeu uma promessa muito especial de Deus, o Criador.

No capítulo 11 de Gênesis lemos a respeito da tentativa malograda de conseguir uma unidade mundial através da Torre de Babel, que supostamente deveria atingir os céus. Em Gênesis 12 lemos, então: "Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra" (vv. 1-3).

Não se trata de uma bênção pronunciada por um sacerdote, um profeta ou algum grande dignitário. Esta bênção foi confirmada pela promessa quádrupla dada a Abraão por ninguém menos do que o próprio Criador do céu e da terra, o Deus eterno que sempre foi, que é e que sempre será!
Esse homem, Abraão, foi instruído por Deus a deixar tudo para trás e fazer uma jornada à Terra Santa. Ele teve de deixar seu país, sua parentela, até mesmo a casa de seu pai, e viajar para um lugar que lhe era desconhecido. E esse homem confiou no Deus vivo que lhe havia falado e partiu.
Uma das características singulares de Abraão foi que ele obedeceu naquilo que foi instruído a fazer. Ele creu em Deus e imediatamente agiu. Por esse motivo, lemos no Novo Testamento: "...para vir [Abraão] a ser o pai de todos os que crêem..." (Romanos 4.11).

Abraão era um admirável e fiel servo do Senhor. Ele creu em Deus mais do que em qualquer outra coisa. Todavia, em algumas ocasiões, Abraão permitiu que a sua carne corresse em paralelo à sua vida de fé.

Por isso o conflito que vemos hoje no Oriente Médio pode ser remontado às origens desse grande patriarca do povo de Israel e dos árabes.

Abraão e os Árabes

A paciência de Sarai, esposa de Abraão, esgotou-se primeiro: "Disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz filhos; toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meio dela. E Abrão anuiu ao conselho de Sarai" (Gênesis 16.2).

Abraão, que tinha 86 anos de idade, teve um momento de fraqueza. Ele se esqueceu de Deus e logicamente chegou ao ponto onde também deve ter pensado: "Nós temos de fazer alguma coisa!"

Pode bem ser que ele tenha concordado com Sarai, julgado ser essa a solução do Senhor, e deste modo seguido o conselho de sua esposa.

"Ele a possuiu, e ela concebeu. Vendo ela que havia concebido, foi sua senhora por ela desprezada" (v. 4).

Obviamente, esse não era o caminho que Deus planejara para dar uma descendência numerosa a Abraão. Imediatamente começaram os problemas. Sarai, a legítima esposa, passou a ser desprezada aos olhos de sua serva Hagar, que deu a Abraão um filho, o seu primogênito, chamado Ismael.

Se Abraão e Sara reconheceram que aquilo que fizeram estava errado, não há evidência disso nas Escrituras.

Treze anos mais tarde, entretanto, Deus falou a Abrão, agora com 99 anos de idade, repetindo novamente a promessa que Ele lhe fizera anos atrás.

Mas então Deus mudou o nome de Abrão para Abraão. Abrão significa "pai das alturas" ou "pai exaltado", e Abraão significa "pai de multidão".

A Oração de Abraão pelos Árabes

Depois de receber outras instruções, Abraão aparentemente começou a pensar que Deus estava confirmando Ismael como Sua semente escolhida. Ele orou: "...Tomara que viva Ismael diante de ti!" (Gênesis 17.18).

Mas Deus rapidamente o corrigiu: "De fato, Sara, tua mulher, te dará um filho, e lhe chamarás Isaque; estabelecerei com ele a minha aliança, aliança perpétua para a sua descendência" (v. 19).
Apesar disso, Deus afirmou muito especificamente que havia ouvido as orações de Abraão a favor de Ismael: "Quanto a Ismael, eu te ouvi: abençoá-lo-ei, fá-lo-ei fecundo e o multiplicarei extraordinariamente; gerará doze príncipes, e dele farei uma grande nação" (v. 20). Mas o Senhor enfatizou que Ismael não era o portador da aliança, mas sim Isaque: "A minha aliança, porém, estabelecê-la-ei com Isaque, o qual Sara te dará à luz, neste mesmo tempo, daqui a um ano" (v. 21).

Bênçãos para Ismael

A escolha de Isaque, entretanto, não diminuiu a tremenda bênção sobre Ismael. Ismael deveria ser abençoado, ser frutífero, multiplicar-se, não apenas de maneira normal, mas "extraordinariamente". Ele seria pai de 12 príncipes e não se tornaria apenas uma nação, mas "uma grande nação".

O cumprimento dessa profecia encontra-se em Gênesis 25. Lemos na genealogia de Ismael que dele realmente descenderam 12 príncipes.

Ismael, portanto, não deve ser menosprezado ou rejeitado, pois Deus deu a ele e a seus descendentes grandiosas bênçãos e as promessas que acabamos de citar.
Entretanto, os descendentes de Ismael tornaram-se inimigos ferrenhos de Israel, descendentes de Isaque (veja Salmo 83). E permanecem assim até o dia de hoje.

Outros Descendentes de Abraão

Sara, a amada esposa de Abraão, deu à luz ao filho da promessa com 90 anos de idade e acabou morrendo aos 127 anos. Após Abraão ter enviado o seu servo para procurar uma esposa para Isaque, o que, incidentalmente, fornece-nos um quadro profético da Noiva de Cristo, achou obviamente que o seu chamado estava completado, que o seu ministério estava concluído.

Depois que Isaque se casou com Rebeca, Gênesis 25 diz: "Desposou Abraão outra mulher; chamava-se Quetura. Ela lhe deu à luz a Zinrã, Jocsã, Medã, Midiã, Isbaque e Suá. Jocsã gerou a Seba e a Dedã; os filhos de Dedã foram: Assurim, Letusim e Leumim. Os filhos de Midiã foram: Efá, Efer, Enoque, Abida e Elda. Todos estes foram filhos de Quetura. Abraão deu tudo o que possuía a Isaque. Porém, aos filhos das concubinas que tinha, deu ele presentes e, ainda em vida, os separou de seu filho Isaque, enviando-os para a terra oriental" (vv. 1-6). Abraão, já em idade avançada, criou outra família!

Pesquisando sobre a genealogia dessa família, descobrimos que os filhos de Abraão com Quetura também se tornaram inimigos ferrenhos de Israel. Portanto, vemos claramente que os árabes em geral, que reivindicam ter Abraão como pai, certamente pertencem à mesma família e estão ligados a Israel.

Nesse contexto, é extremamente interessante observar o que mostrou uma pesquisa recente:

Estudo de DNA comprova que judeus e árabes são parentes próximos, como diz a Bíblia

(...) Com uma nova técnica baseada no estudo da descendência masculina, biólogos concluíram que as várias populações judaicas não apenas são parentes próximas umas das outras, mas também de palestinos, libaneses e sírios. A descoberta significa que todos são originários de uma mesma comunidade ancestral, que viveu no Oriente Médio há 4000 anos. Em termos genéticos significa parentesco bem próximo, maior que o existente entre os judeus e a maioria das outras populações. Quatro milênios representam apenas 200 gerações, tempo muito curto para mudanças genéticas significativas. Impressiona como o resultado da pesquisa é coerente com a versão expressa da Bíblia de que os árabes e judeus descendem de um ancestral comum, o patriarca Abraão.

(...) Os pesquisadores perceberam também que, apesar da longa diáspora, as populações judaicas mantiveram intacta a identidade biológica (...) O resultado não apenas está de acordo com a tradição bíblica como refuta as teses de que as comunidades judaicas atuais consistem principalmente de descendentes de convertidos de outras crenças... (Veja, 17/5/2000, p. 86, ênfase acrescentada)

Unidade Final

O conflito familiar no Oriente Médio não pode ser resolvido por diplomatas, nem pelos Estados Unidos, nem pela Europa e nem pelas Nações Unidas.

Apenas o próprio Senhor, o Príncipe da Paz, haverá de consegui-lo, pois Ele pagou o preço pela paz. Ele sozinho é capaz de promover a reconciliação; não a que é elaborada por hábeis políticos, num pedaço de papel, mas Ele ordenará a paz com base em Suas palavras: "...Está consumado!" Essas palavras estão seladas com Seu sangue eternamente eficaz. O verdadeiro preço pela paz já foi pago por completo!

Quando Israel finalmente O enxergar como Aquele a quem eles traspassaram e reconhecerem a Ele, o Salvador do mundo, o Messias de Israel, isto não mais ficará em segredo, mas também atingirá todas as nações ao redor de Israel. Deus, então, fará cumprir todas as promessas que deu a todos os filhos de Abraão.

O profeta Isaías previu o poder unificador do Senhor há mais de 2.700 anos: "Naquele dia, haverá estrada do Egito até à Assíria, os assírios irão ao Egito, e os egípcios, à Assíria; e os egípcios adorarão com os assírios. Naquele dia, Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra; porque o SENHOR dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança" (Isaías 19.23-25).

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